"Inglês avançado" aparece em milhares de currículos e em quase toda vaga com exposição internacional. O problema: cada pessoa quer dizer uma coisa diferente com isso. O CEFR — Quadro Europeu Comum de Referência, a escala por trás de Cambridge, IELTS e TOEIC — existe para acabar com essa ambiguidade. E o B2 é o nível que mais importa para decisões de RH, porque é a linha que separa quem estuda inglês de quem trabalha em inglês.

A escala em trinta segundos

NívelEm uma frase
A1–A2Sobrevivência: frases prontas, interações previsíveis.
B1Conversas de rotina funcionam; imprevisto trava.
B2Independência: participa, argumenta e escreve sem apoio.
C1Conforto na ambiguidade: negocia, lidera, representa.
C2Domínio próximo do nativo. Raro no mercado.

O que uma pessoa B2 consegue fazer

O que B2 ainda NÃO garante

Por isso empresas maduras não pedem "avançado para todos": definem régua por função. Analista com contato ocasional: B1 resolve. Função com reunião semanal com a matriz: B2. Liderança regional e negociação: C1. Pagar o mesmo curso para os três perfis é desperdiçar orçamento nos dois extremos.

O detalhe que muda decisões: B2 não é um bloco

Uma pessoa pode ler em B2 e falar em B1 — e é exatamente esse o perfil mais comum no Brasil corporativo: escrita funcional, fala travada. Avaliação séria reporta as quatro habilidades separadas (leitura, escrita, escuta e fala), porque a decisão de RH muda conforme onde está o gap. Na avaliação Verba, cada habilidade recebe nota própria e o nível ainda vem com sub-nível (Base, Consolidando, Em Transição), o que torna o progresso visível entre um ciclo e outro.

"Avançado" é uma opinião. "B2 nas quatro habilidades" é um fato — e só um dos dois serve para planejar.

Quer saber o nível real do seu time? A avaliação Verba posiciona cada colaborador no CEFR com sub-níveis, em uma semana: teste escrito digital aplicado na empresa + entrevista oral individual + relatórios para RH e candidato.

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